Órgão Especial do TJSC aprova uma série de mudanças na carreira da magistratura estadual

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) aprovou, em sessão realizada nesta quarta-feira (17), uma série de movimentações na carreira da magistratura estadual, incluindo promoções, remoções e aposentadorias de desembargadores.

Entre as deliberações, o colegiado deferiu por unanimidade os pedidos de aposentadoria dos desembargadores Luiz Fernando Boller e Ana Lia Moura Lisboa Carneiro, que encerram suas trajetórias no Judiciário catarinense após anos de atuação na Corte.

Os magistrados Leandro Passig Mendes e Davidson Jahn Mello, que tomarão posse como desembargadores no próximo dia 2 de julho, tiveram confirmadas suas opções de atuação na 4ª Câmara de Direito Civil.

Na primeira instância, a juíza Camila Menegatti Gesser foi promovida pelo critério de antiguidade para exercer a função de 7ª juíza especial da comarca da Capital.

Também foram aprovadas promoções para diversas comarcas do estado. Pelo critério de merecimento, a magistrada Maria Clara de Melo Masci Valadão Cardoso assumirá a 1ª Vara da comarca de Fraiburgo, enquanto o juiz Gabriel Niero Lucchese foi promovido para a 2ª Vara da comarca de Trombudo Central.

Já por antiguidade, a juíza Camila dos Santos Russi foi promovida para a 1ª Vara da comarca de São Joaquim, o juiz João Filgueiras Gomes Ramirez passará a atuar na 1ª Vara Cível da comarca de Tijucas, e a juíza Patricia Solino dos Santos foi promovida para a comarca de Seara.

O colegiado também aprovou movimentações por remoção. A juíza Andresa Bernardo assumirá a Vara Criminal da comarca de Biguaçu pelo critério de merecimento, enquanto a magistrada Carolina Cantarutti Denardin foi removida, por antiguidade, para a 1ª Vara Cível da mesma comarca.

Durante a sessão, foi ainda homologada a opção da juíza Sabrina Menegatti Pítsica pela titularidade da 2ª Vara Cível da comarca da Capital.

Por fim, o Órgão Especial referendou a indicação do desembargador Yhon Tostes para integrar o Conselho da Magistratura no biênio 2026-2028. A escolha ocorreu após o pedido de desligamento apresentado pelo desembargador Júlio César Knoll.

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